terça-feira, 3 de janeiro de 2017

DST's em Sala de aula - Dinâmica do Contato



A dinâmica do contato, corresponde aos conteúdos correlatos ao ensino da sexualidade no ensino fundamental e médio, caracterizados como temas transversais ou então inseridos às aulas de biologia. Seu foco principal está na conscientização dos alunos com relação às DST's, e da maneira como ocorre o contágio, dando espaço para a abertura de debates pertinentes aos métodos de prevenção, como o uso das camisinhas (feminina e masculina), e os modernos PREPs.
A dinâmica é bem simples e pode ser realizada como forma de quebrar o gelo no primeiro dia de aula, aumentando a interatividade entre os colegas e entre professor e aulos. Vai ser preciso:

- Pedaço de papel cartão colorido (Verde, Amarelo e Vermelho);
- Folhas sulfite para cada um dos alunos;
- Lápis de cor (Verde, amarelo e vermelho, para cada aluno).

Primeiro o professor irá precisar recortar pequenos pedaços do papel cartão de acordo com o número de alunos em sua sala, e de acordo com a proporção das cores. Sugerimos que 70% dos cartões sejam verdes, 20% sejam amarelos e 10% sejam vermelhos. Seguindo a proporção abaixo.


Em uma sala com 40 alunos então, seriam: 28 cartões verdes, 8 cartões amarelos e 4 cartões vermelhos.
O professor irá depositar estes cartões em um saco, e irá pedir para cada um dos alunos retirar um, gravar a cor e guardar no bolso. Cada aluno precisará ter consigo um pedaço de folha sulfite, e lápis de cor com das 3 cores (eles podem emprestar uns aos outros na hora).
Tendo isso, comece a brincadeira, coloque alguma música agitada, e fale para os alunos dançarem, interagirem uns com os outros. Depois de certo tempo, pare a música, e fale para estes assinalarem a cor que retiraram no papel do colega que estiver ao seu lado, ou com quem está dançando/conversando.
Repita o processo, desta vez, os alunos precisarão colocar a cor que possuíam no início e aquela que eles receberam no primeiro contato. Repita este processo mais duas vezes, alertando os alunos à não marcarem o mesmo colega mais de uma vez.
Ao final da brincadeira, cada aluno possuirá várias cores em sua folha sulfite, e é neste momento onde o professor irá revelar o significado de cada cor.
O verde significa as pessoas que não são portadoras de nenhuma DST. O amarelo se refere às pessoas com DST's comuns, como sífilis, gonorreia, candidíase. Aqueles que possuem o cartão vermelho, por sua vez, são portadores de HIV. Peça para os alunos verificarem as cores que possuíam no final, e organize na lousa a proporção de alunos os quais depois das cinco rodadas, haviam recebido cores amarelas ou vermelhas, ou que então continuavam apenas com cores verdes.
A proporção de alunos "infectados", terá crescido, e a partir disso, é possível alertá-los sobre o quão fácil o contágio se dá. Tendo isso, indague-os com relação aos métodos de proteção, à sobre como não contrair doenças sexualmente transmissíveis, aproveite o momento para tirar dúvidas dos alunos, muitas vezes carentes de informações precisas sobre estas questões ainda consideradas Taboo em nossa sociedade.




terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Carrinho de Bexiga - Ensinando Física Mecânica de uma maneira divertida!


O carrinho de bexiga, é uma atividade que vem sendo realizada todos os anos em nosso projeto, apesar de simples, esta possui um apelo muito grande junto aos alunos, e pode servir como ferramenta de aprendizagem à assuntos espinhosos em sala de aula, como física mecânica.

MATERIAIS:
               
A ideia é a construção de um carrinho com base de papelão, movido pelo ar que escapa da bexiga acoplada a este, tendo seu movimento. Os materiais são de baixo custo de aquisição, são estes:
- Pedaço de papelão (Não precisa ser muito grande, acompanhe as imagens do modo de produção para tirar uma base do tamanho ideal);
- 3 Canudos Plásticos;
- 2 Palitos de Churrasco;
- 4 Tampinhas de garrafa PET;
- 1 Bexiga tamanho 9’’;
- 1 Prego;
- 1 Vela;
- Durex;
- Tesoura;
- Alicate (Opcional).

MODO DE CONSTRUÇÃO:

1° Passo – Formate o pedaço de papelão com a tesoura, o interessante é que os alunos possam modelar de acordo com sua criatividade o papelão que irá formar a base do carrinho, para em uma segunda etapa de testes, poderem compreender a influência do design escolhido na eficiência do movimento do carrinho.


2° Passo – Construa os eixos do carrinho. Forme dois eixos passando o palitos de churrasco por dentro de 2 canudos plásticos, corte os pedaços sobressalentes de ambos. Esquente o prego na vela, e fure o centro das 4 Tampinhas de garrafa PET, espete os palitos de churrasco nestas cavidades formadas. Com o durex, prenda os eixos à base de papelão dispostos paralelamente (Como em um carro). IMPORTANTE: Em sala de aula, coordene o trabalho com a chama, isso pode ser perigoso.


Eixos utilizando 8 tampinhas também podem ser construídos.






3° Passo: Construa a base para fixas a bexiga. Recorte um pedaço de papelão e prenda este com durex na parte dianteira do carrinho, com a tesoura, faça um pequeno furo neste. Recorte uma parte do canudo que sobrou, encaixe-o à bexiga e vede com durex. Por fim, encaixe o canudo com bexiga no furo da base.





Está pronto o carrinho de bexiga!

CONCEITOS QUE PODEM SER ABORDADOS:

                Proponha que os alunos testem os carrinhos e em times, cronometrem em quanto tempo o carrinho percorreu determinada distância, peça que os mesmos formem tabelas com os dados, e posteriormente calculem a velocidade dos carrinhos. Em uma roda de discussão, promova o debate relativo ao porquê alguns carrinhos foram mais longe, mais rápidos, ou mesmo fracassaram com relação ao movimento.

                A atividade em questão já foi aplicada em sala de aula por muitos de nossos participantes, e é um sucesso ao promover a colaboração entre colegas de sala. Deixe sua criatividade alçar novos patamares, e promova debates pertinentes à construção de gráficos, às forças de atrito, às formas sustentáveis de geração de energia, enfim!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Um sistema vivo dentro de uma garrafa – O Terrário.

A atividade proposta trata-se da simulação de um ambiente terrestre, ou seja, construção de um terrário. Para isso são inseridos em uma garrafa pet transparente, pedras, carvão mineral, terra de jardinagem, água e uma pequena planta. A atividade possibilita a discussão de assuntos da área de Biologia, de Química e Matemática entre outras. Dentre os vários conteúdos que podem ser trabalhados nesta atividade citamos: os mecanismos de sobrevivência das plantas, ciclos biogeoquímicos, ciclo do oxigênio, proporção de materiais utilizados, etc.

Os materiais para construção do Terrário são os seguintes:
  1.  1 galão de água de 5 litros vazio com tampa;
  2.  Pedras/cascalho (daqueles utilizados em contrução civíl);
  3. Terra (de jardinagem, ou coletada);
  4. Carvão Mineral;
  5.  1 planta (de qualquer tipo, de preferência pequena, para que possa passar pela boca da garrafa);
  6.  Fio de arame;
  7.  Água;
  8.  Fita adesiva.

Modo de fazer:

1 – Retire a tampa, e cubra todo o fundo do galão com as pedras;

2 – Adicione um pouco de carvão mineral e a terra de jardinagem, cobrindo todas as pedras (utilize um funil, como este da foto 2 feito com uma folha sulfite para direcionar a terra);
3 – Adicione a planta à garrafa;
4 – Utilize o arame, se necessário, para acomodar a planta dentro do galão;

5 – Adicione um pouco de água à garrafa;

6 – Tampe o galão e vede com a fita adesiva toda a abertura.

7 – Está pronto o terrário!

A ideia é que mesmo vedada e sem realizar trocas aparentes com o meio externo, a planta continue viva e crescendo, formando um sistema próprio dentro do galão, é indispensável que as garrafas sejam deixadas em um lugar que tenha contato com o sol para o sucesso da atividade.
O local ideal para a realização da atividade é em laboratório, ou em um lugar aberto, como o pátio, onde os alunos possam ter a liberdade necessária para realizar a construção. O professor e os alunos poderão decidir onde manter as garrafas, na escola ou nas suas casas.
Em alguns casos, pode ser que as plantas não sobrevivam, a partir disso, devem ser realizadas discussões, debates e questionamentos sobre a atividade realizada e os motivos que levaram à morte/vida da planta. É interessante que o docente proponha uma espécie de diário de observações sobre o desenvolvimento do mini ecossistema.


Volta aos trabalhos



Olá pessoal! Depois de alguns meses parados, estamos voltando à nossas publicações, pretendemos atualizar a página semanalmente com alguma atividade realizada pela turma 2016 do projeto, como parte dessa renovação, a primeira publicação da nova fase já está disponibilizada, e trata sobre a atividade de construção do Terrário, voltada às Ciências Naturais. 

Esperamos que gostem das novidades!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Sexualidade no meio escolar




Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, sexualidade, é tido como um tema transversal no ensino, juntamente com tópicos como ética e cultura, a presença desses temas em sala de aula, vem de encontro ao trabalho social realizado pelas escolas, as quais, inseridas na sociedade atual, tem o trabalho não só de passar o conteúdo programático, mas também, de contribuir na formação de cidadãos conscientes e participativos. Por ser um tema muitas vezes "espinhoso", muitos professores, assumem não ser de sua alçada tratar deles em sala de aula, ou muitas vezes atribuem erroneamente a função ao professor de biologia. Contudo, ninguem melhor que o professor, para dizer o quanto as questões pertinentes à sexualidade interferem na vida dos jovens e o quanto estão presentes no dia-a-dia das escolas, sendo assim, é tarefa do professor, também se atualizar dessas questões, pesquisar, estudar sobre, para que então, seja capaz de direcionar corretamente seus aprendizes.

Pensando nisso, e tendo consciência dessa realidade, o projeto então se propôs a elencar uma série de atividades pertinentes ao tema sexualidade, e que podem ser trabalhadas em sala de aula, sem ocupar muito tempo, mas mesmo assim, contribuindo para o aprendizado e formação dos alunos.

Atividade da Caixa


A caixa da sexualidade, tem como objetivo, sanar dúvidas dos alunos, a ideia aqui, é que o professor, construa sua própria caixa e a decore, feito isso, ele irá deixá-la em algum lugar na sala de aula, para que os alunos possam então depositar perguntas anonimamente, depois do período letivo, o professor poderia então ler as perguntas, e respondê-las depois de uma pesquisa ao início de suas aulas, esclarecendo as dúvidas para toda a sala, sem constranger o aluno que a fez anonimamente.

O materiais utlizados são básicos, uma caixa de sapato, tesoura, e itens de decoração. A tesoura servirá para abrir o furo na tampa da caixa, onde poderão ser depositadas as perguntas escritas em pedaços de papel, os itens de decoração, servirão para embelzar a caixa, daí se vale da criatividade do professor, utilize lantejoulas, glitter, acrescente ilustrações, etc.

Com relaçao às perguntas, o professor poderá se deparar com questões das mais diversas, desde DST's até masturbação, vai do professor se mostrar disposto e ter a coragem de sanar essas dúvidas dos jovens.

Atividade da Máscara


Nessa atividade será trabalhada a questão da identidade pessoal, ou seja, como os alunos se enxergam, a ideia aqui, é que através da decoração da máscara, o aluno exprima o que sente, por exemplo, alunos tímidos, tendem à decorar mais suas máscaras, fazê-las mais chamativas, como uma maneira de se expressar artisticamente.

Os materiais são básicos também, palitos de churrasco, papelão, cola e materiais de decoração. Os palitos de churrasco servirão como suporte da máscara de papelão, a máscara por sua vez, terá as formas e decoração que o aluno quiser, afinal, o objetivo aqui é que ele se expresse.

Construídas as máscaras, coloque marchinhas de carnaval para tocar e peça para os alunos circularem pela sala, como um legítimo baile de máscaras, depois de um tempo, peça para que estes parem e se organizem em um círculo de debate, nessa etapa, o professor pedirá para que o aluno descreva a máscara do colega que está ao seu lado no círculo, peça para que eles tentem também, elencar características do comportamento do colega expressas na máscara, contribuindo não só para a interação entre os jovens, mas também para sua capacidade de associação e interpretação.

Quer mais?

"Uma proposta de Educação em Sexualidade para Escolas Estaduais do Grande ABC", se trata de um outro projeto de extensão também promovido dentro da Universidade Federal do ABC, como o nome da atividade já denuncia, ele é voltado exatamente para o assunto aqui tratado, sexualidade, e como lidar com a mesma em sala de aula. Para mais dinâmicas e atividades, acesse o blog do projeto logo abaixo: 

https://sites.google.com/site/sexualidadeufabc/home

Dúvidas e sugestões envie um e-mail pra gente: producaodemateriaisdidaticos@gmail.com

Produção de Materiais Didáticos, UFABC.

Vinicius da Cunha.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Uma fonte interminável de aplicações: Massinha de modelar caseira

Há muito tempo já se é utilizada a massinha de modelar para a explanação de diversos conceitos no ensino fundamental ou médio, a possibilidade de moldar o material e formar diversos objetos geométricos de visualização instantânea já é utilizada por muitos professores.
Contudo, o material pode ser deveras dispendioso, para uma classe com quarenta alunos ou mais, como encontramos nos dias de hoje no sistema público de educação, alunos estes, que muitas vezes não tem nem o que comer em casa, se torna uma tarefa difícil de ser concretizada e aplicada.
Uma ideia já testada em sala de aula foi então proposta por um de nossos colaboradores do projeto, a criação da massinha caseira, trazendo a abordagem da possibilidade das múltiplas aplicações da mesma. Confira:

Materiais

- 1 Kg de farinha de trigo;
- 200 ml de sal (aproximadamente 20 colheres de sopa);
- Água;
- Suco em pó (o suco será utlizado como corante, uma boa opção nesse caso é comprar aquele famoso suco artificial raro atualmente de 20 centavos que promete render 2 litros, este tinge de maneira mais fácil a massinha).
- Recipiente fundo (Bacia, uma tigela grande);
- 1 colher de óleo.

Como fazer?

1 - Adicione a farinha e o sal na bacia e então misture-os levemente com as mãos.
2 - Adicione a colher de óleo e logo depois coloque a água, aos poucos, solvando a massa, para que a mesma fique homogênea, feito uma massa de pão.


3 - Pronta a massa, divida-a em partes e então utilize o suco em pó para colorir os pedaços de massa, utilize vários sabores criando assim várias cores de massinha (dilua o suco em um pouco de água para que o mesmo renda mais);

Está pronta nossa massinha de modelar caseira!

Como aplicá-la em sala de aula? Confira essa dica:

O Valdemiro e a Critiane, participantes de nossa oficina e professores do ensino fundamental II, utilizam massinha para a constução de sólidos geométricos em representações matemáticas:

Faça a massinha com os alunos, divida-os em grupo e depois fomente o desafio de criar as formas geométricas com a ajuda de palistos de churrasco, uma série de conceitos ser explanados através disso, o conceito de face, arestas e em outro passo até de volumes.

Aplique e divulgue mais essa ideia!

Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara



Conceito aplicado: Dominó na sala de aula

O dominó como conhecemos hoje foi inventado aproximadamente dois séculos antes do nascimento de cristo por um soldado Chinês chamado Hung Ming, o jogo já passou por diversas transformações inclusive no material de suas peças ao longo dos anos, sendo que no início ele era feito de ossos ou marfim.
Trazendo o conceito desse jogo presente em nosso cotidiano para a sala de aula, podemos relacioná-los ao conceito matemático da soma em equações de primeiro grau. A prática é bastante simples, observe uma peça já pronta:

Essa é mais uma das vertentes dos jogos, dominó de frações e dominó de ângulos já apresentados aqui no blog, a mudança no jogo foi proposta por três de nossos participante Valdemiro, Cristiane e Karina, os quais são professores do sistema estadual de ensino, levaram a proposta com suas modificações para a sala de aula, mostrando a versatilidade de tudo o que é mostrado na oficina.
Estes na foto acima, são os professores relatando suas experiências, o que o Valdemiro segura, faz parte de um outro jogo também sugerido por eles o dos sólidos de massinha e palito. Além de modificar a abordagem do jogo, os professores optaram por imprimir parte da frente das peças e colá-las em EVA, a dinâmica foi aplicada durante duas aulas de matemática do ensino fundamental II e contribuiu para a assimilação dos alunos, do conteúdo.
Quer saber como faz? Visite nossas publicações mais antigas:




Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As relações de competição: Caça-caçador

Uma dinâmica bem interessante que pode ser explorada na escola, principalmente nas aulas de biologia, está em uma atividade simples nomeada e aplicada pelo projeto como Caça-Caçador. Ela consiste na atribuição de imagens de animais para os participantes, os quais precisam encontrar em uma epécie de pega-pega quem seria seu alimento, em uma cadeia alimentar comum.

Na imagem acima, uma das participantes de nosso projeto, a Sara, representa as plantas, neste caso ela seria consumida por ulgum inseto, por exemplo, o Gafanhoto. Neste caso, as imagens e o nome dos animais foi impresso em papel sulfite, mas em sala de aula, pode ser proposto que os alunos desenhem os animais de toda a cadeia para deipois brincar.


Dado início ao jogo, os consumidores, como a águia, precisam procurar suas caças, como o sapo, ao capturar a pessoa com a imagem de seu alimento, o consumidor recolhe a folha e então segue na perseguição. Ao fim do jogo, quem possuir mais folhas de papel (as quais se encaixem na alimentação do animal) é o vencedor.
Tal atividade, pode ser aplicada em outros ramos, como o de administração, em uma possível simulação do mercado consumidor por exemplo. Com tal jogo, muitos conceitos podem ser explorados, e a interação física dos alunos, levará a otimização do conhecimento.
Aplique essa ideia em suas aulas, amplie as regras e melhore ainda mais a dinâmica, introduzindo bactérias por exemplo, como decompositores, em salas grandes, o jogo pode tomar proporções ainda mais interessantes.

Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

A Física em todos os lugares - A Caixa Preta

A chamada caixa preta, foi uma das atividades propostas em nosso projeto durante sua continuidade, a ação em primeira instância de cunho apenas físico, pode sim interagir com outras matérias, e é isso o que vamos mostrar.

Os materiais utilizados são simples, e de baixo custo, acompanhe:
- 1 caixa de sapato;
- Uma folha do tipo vegetal (ou de qualquer material que permita a passagem de luz, como folha de pão)
- Tinta guache preta;
- Pincel;
- Fita adesiva;
- Tesoura ou estilete;
- Saco de lixo preto.

Mas como fazer?

O primeiro passo é fazer um quadrado de tamanho médio em uma das paredes da caixa com um estilete ou tesura, de preferância realize o corte em uma das extremidades mais distantes uma da outra, o resultado será mais eficaz.


Agora o próximo passo é pintar todo o interior da caixa com a tinta guache preta, a intenção é cobrir todos os espaços em marrom claro do papelão e deixá-la o mais escura possível. Cubra todos os espaços, inclusive da tampa.


Espere secar a tinta e então já podemos recortar o papel vegetal de maneira que ele possa cobrir o quadrado aberto com estilete inicialmente, fixe ele com a fita adesiva.

Na extremidade oposta à tela de papel vegetal abra um pequeno furo com a tesoura, ou uma caneta, a intenção é que a luz possa trespassar esse furo. Assim a caixa preta está pronta, vamos testar? Posicione seus olhos sobre a tela de papel vegetal e então olhe para algum foco de luz como uma janela. Utilize o saco de lixo para vedar ainda mais a passagem de luz em torno de você.

A luz que entra pelo furinho formará uma imagem invertida no papel vegetal, isso explicita uma série de conceitos muito interessantes que citaremos adiante, para tornar o experimento ainda mais eficaz, chame um amigo e paça para que ele acene de frente para a janela.

mas o que tal experimento me diz? Como eu posso aplicar em sala de aula? A resposta está relacionada aos conceitos das Leis de Reflexão da física óptica, assunto abordado no segundo ano do ensino médio, junto com conceitos de espelhos e propagação da luz.
No campo matemático, tais conhecimentos também podem ser explorados como o fato da luz se propagar em linha reta, podemos relacionar a chegada da imagem as olhos à figuras geométricas e trigonometria.
Na biologia, pode ser explanado como nosso globo ocular responde à chegada de luz, e como os mecanismos da visão se dão.
A proposta é simples, e se otimizada, pode ser realizada em apenas uma aula de 50 minutos, divida a sala em grupos, e ajude na confecção do material, concluído isso, podemos desafiar os alunos, a explicitar de que maneira tal atividade se relaciona com o que eles estão aprendendo. Aplique em sala e divulgue mais essa ideia.

Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

quinta-feira, 3 de julho de 2014

JOGO: TANGRAN




O tangram ambém conhecido como jogo das sete peças, se baseia em uma espécie de quebra cabeças formado por sete componentes: 5 triângulos, 1 quadrado e 1 paralelogramo. Segundo a Enciclopédia do Tangran, é possível se formar mais de 1700 figuras, apenas combinando estas sete pecinhas. Mas de que maneira isso pode se aplicar na educação de crianças?
Simples, partimos da proposta de formarmos imagens de animais, como gatos, pássaros e outros. O desafio de formar as imagens acaba por desenvolver o raciocínio do aluno, além disso, quando este já estives familiarizado com as peças, muitos dos conceitos matemáticos serão muito mais simples de serem compreendidos, principalmente o da geometria.
Uma boa proposta também, está na divisão da sala em pequenos grupos, incentive a colaboação entre os alunos e os desafie com a montagem das figuras, a troca de saberes em torno de um objetivo acaba por não só fomentar um saber, como também boas relações entre as crianças.


Incentive seus alunos com mais essa proposta! Aplique o tangram em sala de aula, e acompanhe o que pode ser gerado através disso. 

Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

sexta-feira, 20 de junho de 2014

JOGO: DOMINÓ DE ÂNGULOS

Uma ideia com muitas variáveis, confira também o Dominó de Ângulos


Baseado no Dominó de frações, o dominó de ângulos é uma extensão dessa ideia, mostrando a versatilidade do jogo proposto. Neste caso, a única coisa que mudo é o objeto estudado, nesse caso os ângulos, tema estudo nas aulas de matemática e que dão início ao terror de professores e alunos, o aprendizado da trigonometria. Confira essa ideia, e se baseie para criar novos jogos baseados no Dominó e que possam se aplicar ás mais variadas áreas do ensino. Abaixo estão mais fotos do jogo confeccionado também no segundo encontro do projeto:



 
 
 
Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

JOGO: DOMINÓ DE FRAÇÕES

 
 
 
 

Segundo parte dos docentes presentes no curso, uma das principais dificuldades dos alunos no ensino fundamental nas aulas de matemática, está no aprendizado das frações. Saber aplicar e diferenciar frações é algo imprescindível para o aluno, pois é algo aplicável à todos campos da ciência. Na matemática, aprendemos frações como um avanço do método de divisão, e posteriormente como um embrião da porcentagem, aplicada à matemática financeira. Na física, o sistema de frações pode estar inserido em exercícios que envolvam o cálculo de volumes, dimensões de um plano e etc. 
Na biologia, as frações podem estar presentes no cálculo de populações, na análise de impactos e temas recorrentes. Na química as frações estão presentes nos cálculos estequiométricos, e no laboratório, se apresentam entre formas de medidas dos produtos à serem utilizados nas reações. 
O jogo em si, funciona da mesma maneira do dominó usual, contudo, nesta versão os jogadores deverão relacionar a forma fracionada em número como 2/8 com sua representação em desenho. 


Sendo assim, cada jogador irá receber, sete peças, e como em um dominó comum quem completar os pares mais rápido com as peças que possui em mãos será o vencedor.
O jogo poder ser facilmente confeccionado tanto á mão, quanto pelo computador, os alunos podem ser responsáveis por recortar as peças e colorir as casas ocupadas pela fração.
Por que você professor também não aplica em sala de aula? Este é um interessante método de aprendizado que pode servir como uma poderosa ferramenta no ensino das tão temidas frações. Compartilhe a ideia!



Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara

quinta-feira, 22 de maio de 2014

JOGO: STOP DA CIÊNCIA


Que tal jogar com seus alunos um jogo bem divertido e conhecido por todos?
O jogo Stop da Ciência que apresentamos pode ser jogado por alunos de diferentes idades e séries basta fazer adequações necessárias  com relação as questões que serão respondidas.




 




NOME DE CIENTISTA

TERMO DA BIOLOGIA

CORPO HUMANO

TERMO DA FÍSICA

GRANDEZAS DA FÍSICA

TERMO DA MATEMÁTICA

INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO

TERMO DE QUÍMICA

ELEMENTO QUÍMICO

TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 






Para incrementar e motivar a jogada sugerimos um bem humorado perfil do jogador.

PERFIL DO JOGADOR – STOP DA CIÊNCIA

Total de pontos: 400 a 540

Você possui um bom conhecimento dos termos científicos. Sua aprendizagem tem sido significativa. Dica: Verifique como o seu conhecimento poderá contribuir com a sociedade.

Total de pontos: 200 a 390

O estudo está fazendo diferença na sua vida. Você consegue estabelecer relações do conhecimento científico com o cotidiano. Dica: Tente descobrir qual disciplina você tem mais dificuldade e procure o professor para conversar.

Total de pontos: abaixo de 190

Você está no caminho, mas precisa estudar um pouco mais. Dica: Converse com os seus professores para saber como eles podem te ajudar a melhorar.


Equipe responsável:
Coordenação: Profa. Dra. Mirian Pacheco Silva
Colaboração: Prof. Dr. Evonir Albrecht
Mestranda: Josilda dos Santos Nascimento Mesquita
Bolsistas: Vinicius da Cunha Alves de Araújo e Natalia Uehara